segunda-feira, 30 de junho de 2008

Brasil e Argentina eliminam dólar


A Argentina e o Brasil chegam à Cúpula do Mercosul de San Miguel de Tucumán (Argentina) prontos para eliminar o dólar de suas transações comerciais e poder realizá-las na sua própria moeda.
O movimento é considerado um marco para a moeda única, uma meta - até agora utópica - que tem sido mencionada no Mercosul (fundado em 1991) por mais de 10 anos.
Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Kirchner (Argentina) já receberam os mecanismos propostos para que o fluxo comercial bilateral possa ser feito em pesos argentinos ou reais brasileiros.
Hoje em dia - 30-06-08

terça-feira, 3 de junho de 2008

Gilse Cosenza emociona platéia em depoimento sobre o movimento de 1968

Em um momento do evento ela se definiu como mãe, lutadora, realizada e humilde. Foi fascinante. Simplesmente fascinante. O depoimento de Gilse Cosenza, a senhora pequena, magra, frágil, com um brilho e esperança contagiante, “utópica”, de 64 anos, que participou ativamente nos movimentos estudantis em 68, deixou a platéia do auditório da Faculdade Estácio de Sá atônita.
“Foi o período de chumbo”, dizia ela, durante o debate da semana de 1968 “O sonho acabou?” na faculdade. Vários regimes militares espalhados por toda a América Latina, Guerra Fria, Primavera de Praga, instituição do AI-5. Saldo: mais de 250 mil presos políticos, 20 mil torturados e mais de 400 assassinatos nas décadas de 60 e 70 pelo governo militar brasileiro. “Era um período de terror”, analisa Gilse.
Segundo ela, o mundo do 2º pós-guerra, principalmente na Europa, estava sem perspectiva, vivia um tempo de angústia e autodestruição. “Em 68 no Brasil, o questionamento era político e social, queríamos mudar o mundo”, dizia.
A luta de Gilse começou cedo. Estudante secundária no Instituto de Educação em Belo Horizonte, ela se mostrava como uma feroz e autêntica defensora na luta pela liberdade. Realmente viver sob uma ditadura militar não era “prêmio” para ninguém. No dia do golpe de 64, pegou alguns colegas e foi para a praça da liberdade fazer palanque. Os policiais bateram em todo mundo.
Uma das grandes mudanças propostas e muito combatida na época era o papel da mulher na sociedade. Consenza não queria ser somente uma boa esposa e mãe. Queria ser mais. Seu pai dizia que universidade não era “coisa de mulher”. Entretanto, Gilse era indiferente a isso. Passou no vestibular da Puc na época, e fugiu de casa é claro.
Gilse Consenza conta que foi expulsa do colégio por colocar Jeans – era proibido. Entre as histórias, a mais difícil de contar foi sua prisão em 69. Um capítulo á parte de todo o tipo de tortura. Com a filha recém nascida, foi estuprada e sofreu torturas físicas durante nove meses. Preço alto por defender o companheiro e os amigos militantes. Mudou várias vezes de nome.
Em 1998, após ficar 30 anos fora de Belo Horizonte retorna para os movimentos populares como a criação do Centro Popular da Mulher e como representante da União Brasileira das mulheres.
No último momento de sua apresentação, as pessoas se levantaram batendo palmas. Via-se lágrimas nos olhos de alguns.
O estudante do 1º período de Publicidade e Propaganda Felipe Mendes Ferreira, de 22 anos se emocionou. “Gilse me ajudou a ter mais esperança, ver outras possibilidades e não se contentar com o que está aí”. Erlinda Santos, 28 anos, estudante do 7º período de Jornalismo enfatiza: “Incrível, ela é um exemplo de superação. Passou por todo o tipo de tortura e não perdeu a garra de lutar por aquilo que acredita”.

Pólio Ferreira.
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quinta-feira, 8 de maio de 2008

Do inferno ao céu em 90 minutos


Imagine que você esteja assistindo ao jogo entre Ronaldo e um de seus maiores adversários. O jogo é emocionante. O estádio está lotado. Ronaldo não começa bem, entretanto, nos 25 minutos do segundo tempo, o vento muda a seu favor e a narrativa começa assim:
site brazilian voice.com


Primeiro Tempo

Contusão no Jogo entre o Milan e o Livorno – 0 Ronaldo (R) X 1 Adversário (AD). Time do coração vence o campeonato estadual em cima do Botafogo no Maracanã – 1 R X 1 AD. Saída para comemoração para o Motel Papillon com os travestis, André Albertino, “Andréia”, Júnior Ribeiro da Silva, “Carla” e “Veida”, ser chantageado e ir para 16ª da Barra da Tijuca – 1 R X 3 AD. Ameaça de corte no “orçamento” pela Nike e pela TIM – 1 R X 4 AD. Não ser mais um dos embaixadores da UNICEF – 1 Ronaldo X 5 adversário. (não está ficando bom para o “Fenômeno”).

Segundo Tempo

Defesa dos jogadores Pato, Kaká e Maradonna – 3 Ronaldo X 5 adversário. Dar entrevista no Fantástico com Patrícia Poeta, convencer os fãs que não transou com ninguém, é heterossexual, não usa drogas, se arrepender e ainda voltar para a namorada Bia Antony – 5 Ronaldo X 5 adversário. (Pelo menos empate.). Momento da consagração. “Andréia” e “Carla” voltam espontaneamente à 16ª DP dizendo ao delegado que só queriam fama e dinheiro – 6 Ronaldo X 5 adversário. (recuperação incrível digna de final de campeonato). Glória de campeão.

Conversando com a estagiária Michelle Ribas Fernandes, 16, desconfiada, ela afirma Ronaldo não é santo. “Foi um vacilo muito grande, mas penso que os travestis queriam se aproveitar dele”. Já a estudante Aline Rodrigues santos, 19, declara “Acredito nele, é tanto que os travestis desmentiram tudo”.

Pólio Ferreira

quinta-feira, 24 de abril de 2008

REALIDADE DESCONHECIDA

TV POR ASSINATURA DEVE DISPONIBILIZAR CANAIS BÁSICOS PARA A COMUNIDADE

Apesar de ser um sonho de muita gente, apara algumas pessoas já se torna realidade, principalmente quanto á mídia comunitária. É claro que em nosso país ainda há muitas dificuldades com as limitações da legislação ou a utilização do instrumento de maneira adequada.

Porém, o pior problema detectado é que esta é uma realidade desconhecida da maioria da população brasileira que ainda não foi esclarecida sobre o seu real papel na sociedade. Um dos veículos de comunicação comunitária pouco explorado é a TV á Cabo.

Garantida pela lei nº 8.977 de 06 de janeiro de 1995, regulamentada pelo decreto lei 2.206 de 14 de abril de 1997, as operadoras de TV á cabo devem disponibilizar seis canais básicos de utilização gratuita, sendo que um deles “um canal comunitário aberto para utilização livre por entidades não governamentais e sem fins lucrativos”. Nas cidades com mais de uma concessão, pode disponibilizada a programação em todas as operadoras.

Apesar de ser “elitizada” – os pacotes de TV a cabo variam de R$ 80,00 a R$200 mensais – é fato que já é vista como um meio de comunicação segmentado que disponibiliza aos assinantes, programação de qualidade. O interessante em relação à democratização da comunicação na TV á cabo comunitário é que, mesmo considerando a limitação da lei de cabodifusão, esta constitui um avanço na mídia nacional.

É possível reunir a comunidade, levantar as necessidades, discutir e analisar os problemas, buscando soluções e resgatar a identidade local. As programações devem ter qualidade e de interesse comunitário, daí ser exigido que a sociedade civil organizada tome a frente como porta voz.

De acordo com José Guilherme, um dos fundadores da TV Comunitária de Belo Horizonte – TVC, a comunidade tem direito de ter acesso para veicular o seu discurso, a sua mensagem. “A comunidade tem que ir atrás, bater na porta e dizer: quero veicular isto. Entretanto isso depende de se ter o conhecimento, não é de saber que se pode ter acesso a um canal de TV de veicular opiniões. Tem a ver com cidadania, saber de seus direitos”.

Pólio Marcos

sexta-feira, 18 de abril de 2008


Nem o "Tex" esperava por esta!!!!!

Vermelho
Vamos lá Tucanato!!! Tenta mais uma!!!!!

Vermelho
Não deixe acontecer com vocês !!!!!!!

Vermelho